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Como receber um “NÃO”

Você sabe receber um “não” daqueles bem dados?

As motivações dos profissionais que buscam uma nova colocação no mercado são as mais diversas.
Muitas delas, contudo, não são exatamente motivações, mas sim desmotivações. E grande parte destas desmotivações são geradas por frustrações que os profissionais vivenciam no dia-dia corporativo.
Muitas vezes o que gera a insatisfação é a dificuldade que muitos têm em receber um “não”. É isso mesmo, “não”.
Não para seus projetos, não para contratação de mais um funcionário (aumento de headcount), não para contratar aquela consultoria especializada, não para ter um espaço na reunião de Diretoria, etc.
E acreditem, processar devidamente os “nãos” recebidos é um dos fatores de sucesso na carreira. E não apenas no mundo corporativo. É só pesquisar algumas biografias dos profissionais mais bem-sucedidos que você encontrará muitos exemplos que vão de Gisele Bündchen ao líder Mandela.
Mas veja que eu destaquei a frase “processar devidamente os “nãos”” acima. Isto porque só receber passivamente as negativas ou mesmo ignorá-las como se elas nem existissem não é o caminho.
É preciso processar a informação valiosa que as pessoas lhe fornecem quando lhe dizem “não”. E acredite: para alguém verbalizar um “não” sempre há uma razão. O entendimento desta razão de maneira ampla pode lhe proporcionar ver as coisas de um prisma que você nem imaginava.
Receber o “não” e chorar é fácil. Correr e procurar outro emprego ou outro chefe ao primeiro “não” recebido, também é fácil. Ficar no emprego atual e ignorar o “não” também não é tão difícil.
Quer crescer de verdade?? Então comece a processar o “não” e faça dele sua mola propulsora!!!

BOA SORTE!

Texto adaptado por Luzia Contim, Trainer  e Coach (fonte: Você S/A)

NOVOS ESTÍMULOS

Para que sejamos flexíveis e tenhamos escolhas na vida, o primeiro passo é termos opções. Não há escolha quando há apenas uma opção.

Fisicamente, novos movimentos corporais estimulam outros conjuntos de músculos, os quais, ao aprenderem os movimentos, desenvolvem-se na medida de sua necessidade. Por exemplo, veja halterofilistas que desenvolvem músculos específicos para realizar suas tarefas.

Mentalmente, novos estímulos também constroem novas habilidades e capacidades. Em matéria de memória, alguns estudos mostram que estímulos novos podem desencadear a liberação de neurotransmissores que reforçam e ajudam na fixação da memória, ou seja, as pessoas lembram melhor de coisas que são novas para os seus sentidos.

Podemos dizer que expandir-se, desenvolver-se, evoluir, vêm do fato de percebermos novos estímulos, coisas diferentes da rotina, e decidirmos “aprender” com estes novos estímulos.

Por exemplo, o fato de irmos a um restaurante diferente pode ser uma grande oportunidade de aprendizado. Pode até ser que você julgue que a comida tenha sido melhor ou pior, que o atendimento tenha sido bom ou ruim, mas como diz o pressuposto da PNL, “não existe fracasso, somente feedback”, você certamente aprendeu coisas diferentes, provou sabores diferentes, viu e ouviu coisas diferentes.

Procure observar e vivenciar novos estímulos, deixando o julgamento de lado e “aprendendo” tudo o que puder.

Como exercício, vou sugerir que você experimente pelo menos uma coisa nova por dia nos próximos 365 dias. Vou começar com uma pequena lista para auxiliá-lo, lista que deverá se complementada por você mesmo. Marque seu novo comportamento e a impressão sobre ele em seu Caderno de Notas a cada um. Você vai se impressionar com a quantidade de coisas que podemos aprender.

  • Ao tomar banho, segure o sabonete com a outra mão;MLI002-1
  • Entre em um comércio que você nunca tenha entrado;
  • Pergunte o nome de uma pessoa a qual você já tinha visto e não sabia seu nome;
  • Escove os dentes com a outra mão;
  • Faça um caminho diferente para chegar ao seu destino;
  • Assista/ouça uma emissora diferente, leia um jornal diferente, leia uma revista diferente;
  • Troque de roupa no quarto totalmente no escuro (ou mesmo vendado);
  • Decore um poema diferente;
  • Vire o telefone, o teclado ou a calculadora ao contrário e digite;
  • Peça um sabor totalmente diferente de pizza, sorvete ou refrigerante do qual está acostumado.

Comece com coisas pequenas, pois também se aprende a aprender. À medida que novas descobertas são feitas, novas opções são instaladas, nosso cérebro passa a querer mais e mais, pois essa é uma das razões dele existir: aprender.

Bons aprendizados.

 Trecho do Livro PNL E UM POUCO MAIS DE EXERCÍCIOS,  do autor  Márcio Martins Moreira, Trainer e Coach