Arquivos da categoria: Animais

Eutanásia

Mais uma vez, tocamos naquele assunto um tanto quanto desagradável, porém muito importante para todos os tutores: a eutanásia. Já falamos, em artigos anteriores, sobre os fatores que influenciam a decisão do tutor, e como tornar este processo um pouco menos difícil.

Agradecimentos ao site  http://www.meucaovelhinho.com.br

 

Hospitais Veterinários Gratuitos

O serviço veterinário gratuito não faz atendimento por telefone. Você deve comparecer em uma das unidades, de segunda a sexta-feira, das 6h às 10h da manhã para retirada de senha,  levando seu animal, documento de identidade e comprovante de residência da cidade de São Paulo em seu nome.

Os hospitais gratuitos, só realizam exames e cirurgias, de pacientes que foram atendidos no serviço. Não são realizadas cirurgias e exames encaminhados de clínicas privadas.

PÚBLICO

A quem se destina o serviço veterinário da Anclivepa-SP

O atendimento é EXCLUSIVO aos munícipes da Cidade de São Paulo e, prioritariamente, àqueles assistidos por programas sociais tais como: Bolsa Família, Renda Mínima, Renda Cidadã ou outro programa equivalente.

O hospital, prioriza o atendimento de animais da população de baixa renda do município. Quando chega à unidade com os bichinhos, seus donos ou responsáveis são recebidos por uma psicóloga que transmite informações sobre o atendimento. Em seguida, o animal passa por uma triagem onde é avaliado e aguarda para ser atendido.

 

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

Lista de documentos necessários para usufruir dos nossos serviços

RG original
CPF original
Comprovante de residência no município de São Paulo em nome do responsável pelo paciente, que estará presente no ato da consulta

NÃO SERÃO ATENDIDOS OS ANIMAIS DAS PESSOAS QUE NÃO APRESENTAREM OS DOCUMENTOS EXIGIDOS

 

HORÁRIO

Horário de funcionamento das nossas clínicas

Segunda à Sexta: Retirada de senhas: 06h00 às 10h00 – Com a presença do animal

 

 

Devido ao crescente aumento na demanda, os atendimentos serão exclusivamente para os casos de Urgência e Emergência conforme critério medico.

“O atendimento de urgência ocorre quando o animal tem uma situação que não pode ser adiada e deve ser resolvida rapidamente”.

“O atendimento de emergência é uma situação na qual o animal se encontra em risco de morte iminente. Um procedimento de emergência tem um caráter mais imediato do que uma urgência”.

 

ENDEREÇOS

 

 

Unidade Zona Norte

Av. General Ataliba Leonel, 3194 Parada Inglesa São Paulo/SP – Telefone: (11) 2478-5305

 

Unidade Zona Leste

Av. Salim Farah Maluf, esquina com a Rua Ulisses Cruz, lado par, Tatuapé São Paulo/SP – Telefone: 2291-5159

 

Unidade Mogi das Cruzes

Centro de Bem Estar Animal fica na Estrada de Santa Catarina, nº 2.570, em Cezar de Souza, ao lado do Centro de Controle – Telefone: 11 4699-1957

 

Unidade Zona Oeste

Rua Manuel Jacinto, 249, bairro de Vila Sônia, Zona Oeste – Telefone: 11 3530-6008

 

 

IMPORTANTE

 

O Hospital Veterinário NÃO possui serviço de TAXI DOG e também não se responsabiliza pelo transporte de animais.

 

O acesso ao Hospital Veterinário é limitado a 01 (um) acompanhante para animais de pequeno porte e a 02 (dois) acompanhantes para animais de grande porte.

 

Solicitamos o não comparecimento de CRIANÇAS, IDOSOS e MULHERES GRAVIDAS como acompanhantes, devido a grande presença de animais no local.

 

Aos Sábados os atendimentos são exclusivamente para as emergências e retornos agendados pela equipe medica a serem realizados somente na Unidade Zona Leste. Não haverá atendimentos aos Domingos e Feriados em ambas as Unidades.

 

http://anclivepa-sp.com.br/2015/anclivepa-social/hospital/

http://anclivepa-sp.com.br/2015/hospital-veterinario-publico-unidade-oeste-2/

 

GATOS SÃO TERAPEUTAS HOLÍSTICOS!

A CIÊNCIA COMPROVA: GATOS SÃO TERAPEUTAS HOLÍSTICOS!

Estudos científicos têm demonstrado que os gatos são mais do que bons amigos e animais de estimação. Eles são verdadeiros terapeutas e podem ser uma ótima opção para pessoas que sofrem de doenças, principalmente cardíacas.
Você sabia que possuir um gato pode reduzir o risco de ataque cardíaco? Essa descoberta foi resultado de um estudo com cerca de 4.000 americanos por pesquisadores da Universidade de Minnesota. Depois de 10 anos de pesquisa, os donos de gatos apresentaram um risco de 30% a menos de sofrer ataque cardíaco, em comparação com aqueles que não possuem gato.
Em um outro estudo recente, a Dra. Karen Allen, uma pesquisadora da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que corretores com hipertensão que adotaram um gato, tiveram menores leituras de pressão arterial em situações estressantes do que aqueles que não possuem o animal de estimação.
No início do estudo, os corretores foram prescritos com o remédio anti-hipertensivo Lisinopril. Metade dos participantes foram selecionados aleatoriamente para obter um cão ou gato como animal de estimação. Seis meses depois, Allen e seus colegas realizaram testes com os participantes para medir alterações na pressão arterial.
Eles descobriram que a pressão arterial induzida pelo estresse continuou a subir nos corretores sem animais de estimação. Os corretores com animais também tiveram aumentos na pressão arterial, mas de apenas metade se comparado com o outro grupo.
Nessa pesquisa, que foi publicada no site da Univesidade de Buffalo e apresentada àAssociação Americana do Coração, concluíram que os gatos controlam a pressão arterial melhor do que os medicamentos inibidores daenzima conversora da angiotensina (também chamados de inibidores da ECA), que ajudam a relaxar os vasos sanguíneos. Sendo assim eles são, literalmente, mais eficazes na regulação dos níveis de pressão arterial do que a medicina moderna.
Cura Psicológica
Além de melhoria na saúde do coração, os gatos também auxiliam na produção de oxitocina no cérebro.
Em um estudo publicado na revista Frontiers of Psychology, pesquisadores concluíram que os gatos, por causa do impacto que têm sobre os nossos níveis de oxitocina, são capazes de reduzir a agressão, aumentar a empatia, aprimorar a aprendizagem e produzir um aumento da confiabilidade em outras pessoas.
A oxitocina é um hormônio produzido no hipotálamo, conhecido como hormônio do amor. Quando isso acontece, os níveis de cortisol (hormônio do stress) diminuem, promovendo uma sensação de bem estar físico e emocional, deixando corpo e mente em harmonia, fortalecendo o sistema imunológico, dentre outros benefícios.
O Ronronar dos Felinos
Alguns especialistas vão ainda mais longe e afirmam que o ronronar dos gatos pode curar graças às vibrações e sons graves que produz.
De acordo com um artigo publicado na revista Scientific American, os gatos ronronam com um padrão consistente de frequência entre 25 e 150 hertz. Cientistas demonstraram que os felinos produzem o ronronar através de movimentos intermitentes da laringe e dos músculos do diafragma, e concluíram que as frequências de som nesse intervalo podem melhorar a densidade óssea e promover a cura de células.
Os pesquisadores afirmam que, como o gato conserva energia através de longos períodos de descanso e sono, é possível que o ronronar seja um mecanismo que estimula músculos e ossos sem gastar muita energia. A resistência desses animais tem facilitado a noção de que possuem “sete vidas” e o ronrom pode fornecer uma base para essa mitologia felina.
Embora seja tentador afirmar que os felinos ronronam porque estão felizes, é mais plausível que o ronronar seja um meio de comunicação e uma fonte potencial de auto-cura. Esta descoberta pode fornecer ajuda para a medicina moderna, contribuindo para o tratamento de osteoporose e atrofia muscular.
Apesar das diversas pesquisas atuais, os dons do gato não eram segredo para os nossos ancestrais, principalmente para os antigos egípcios, que os tratavam como deuses. Eles eram adorados, sendo muitas vezes retratados em hieróglifos repletos de jóias. Além disso, naquela época matar um gato mesmo por acidente, era considerado um ato criminoso punível com a morte.
Os gatos podem não serem deuses, mas temos evidências suficientes com relação aos seus poderes de cura e podemos concluir que eles são verdadeiros terapeutas holísticos. Com estas novas descobertas, não existem dúvidas quanto à sua influência positiva na saúde dos seres humanos.

Fonte: Despertar Coletivo

CUIDADOS PALIATIVOS EM CÃES E GATOS EM FASE TERMINAL

Antigamente a ciência acreditava que os animais não sentiam dor. Porém, estudos demonstraram que a fisiologia dos animais é bem parecida com a fisiologia do ser humano. Portanto podemos supor que o que dói em nós dói nos animais. Embora ainda não se possa afirmar isso de forma categórica. Mas sim, os animais sentem dor de maneira semelhante ao ser humano.

A dor é considerada o quinto sinal vital. A dor aguda é um sintoma, ou seja, alguma doença leva a sentir dor. Porém, quando a dor aguda não é tratada de forma correta, ela pode se tornar crônica. Neste caso a dor se torna a própria doença. E até o momento presente, não existe remédio que elimine a dor crônica de maneira eficaz.

Como disse nosso querido Dalai Lama: “A dor é inevitável, porém o sofrimento é opcional”. O objetivo deste artigo é trazer as informações necessárias para ajudar na sua conduta para evitar que o sofrimento cause malefícios na vida dos nossos pets. Justamente por essa consciência, a medicina veterinária vem avançando cada vez mais para aplicar novas tecnologias de “Cuidados Paliativos Em Cães E Gatos em Fase Terminal”, com o objetivo de diminuir o sofrimento e aumentar a qualidade de vida do pet, em seus últimos dias ou meses de vida.

 

O que são cuidados paliativos?

Existe cada vez mais estudo sobre a identificação, alivio e prevenção da dor em felinos e caninos de estimação. Porém, os tratamentos de dor ainda são inadequados em todas as áreas medicas, inclusive na medicina veterinária.

Poucos são os profissionais que tem o conhecimento dos mecanismos que provocam a dor e sobre as técnicas mais eficazes de tratamento para o controle de um quadro doloso.

Já se sabe que as consequências da dor vão além do aspecto físico, elas também afetam o sistema emocional dos animais. Como cães e gatos não sabem lidar com o estresse que a dor acarreta, o nível de cortisol (hormônio do estresse) aumenta e eles acabam apresentando mudanças de comportamentos que afetam negativamente a recuperação ou o alívio do problema que estão passando.

Portanto fica evidente que quanto mais cedo é iniciado o tratamento, maior será o benefício dos resultados que os tratamentos e terapias podem proporcionar para o bem estar destes animais.

Os cuidados paliativos nada mais são que atuar com compaixão pelo animal e também pelo seu dono, que estão sofrendo naquele momento, em busca de uma atenção humanizada que permite ao doente maior conforto e a melhor qualidade de vida possível.

 

CUIDADOS PALIATIVOS EM CÃES E GATOS COM DOENÇAS GRAVES

Os cuidados paliativos são usados quando o animal for diagnosticado com alguma doença crônica, degenerativa ou incurável – considerando as seguintes questões para cada animal:

  • Físicas– os sintomas físicos mais comuns são perda de apetite, náuseas, insuficiência respiratória, fadiga e dor. Muitos desses sintomas podem ser controlados por medicamentos ou por meio de outras técnicas, como a fisioterapia, radioterapia, passe espiritual, reiki, terapia nutricional.
  • Emocionais – O médico veterinário especialista pode fornecer recursos para ajudar o animal debilitado e seu tutor a lidarem com as emoções que vem com o diagnóstico negativo. Ansiedade, medo e depressão são os sentimentos que mais afetam o ser humano quando alguém muito amado está passando por um problema de saúde, mesmo que esse alguém seja um animal de estimação. Portanto o profissional responsável pelo caso pode recomendar soluções que ajudem o tutor a lidar melhor com o momento de conflito. Em alguns casos é necessário até encaminhar a pessoa para tratamento psicológico.
  • Espirituais– Quando um diagnóstico é revelado, os tutores do animal ficam perdidos e se aprofundam mais no sentido das suas vidas. Alguns que nem acreditam em tratamentos naturais como o passe espiritual, por exemplo, acabam aceitando esse método de tratamento com a esperança de que esse “algo sobrenatural” proporcione a ele e seu peludo um conforto. O especialista em cuidados paliativos pode ajudar as pessoas a explorarem suas crenças e valores, fazendo com que alguns questionem a sua fé e outros se recolham a ela para que possam encontrar um sentimento de paz.

 

O tratamento de cuidados paliativos em cães e gatos sem cura, infelizmente, ainda é raramente disponibilizado em clinicas veterinárias, talvez pela falta de conscientização de alguns humanos ou mesmo pelos custos e disponibilidade financeira dos tutores de animais. Entretanto os animais estão sendo cada vez mais considerados como seres importantes na vida de seus tutores e isso reflete na disponibilidade e fazerem tudo o que estiver ao seu alcance para ter a companhia do seu peludo por mais tempo.

Afinal de contas, não é à toa que o cachorro é considerado o melhor amigo do homem.

Dr. Rodrigo Luiz Marucio : Especialista em Anestesiologia Veterinária, Mestrado Faculdade de Medicina, UNESP- Botucatu e Doutorado na USP- SP

Animais de Estimação ficam deprimidos?

Sim. Assim como nós, humanos, os bichos de estimação e muitos animais tambem podem ficar tristes e deprimidos. “Quando isso acontece, eles apresentam alterações de comportamento e tornan-se agressivos, apáticos ou perdem o apetite. É comum ficarem desinteressados por atividades cotidianas, como passear e brincar e alguns até praticam automutilação, mordendo as patas e o rabo”, afirma a veterinária paulista Cristina Moreira. Mudanças de rotina e a morte ou a viagem do dono estão entres as principais causas da depressão. Mas existem outras. “Animais que naturalmente precisam de espaço, como cães de caça, podem ficar deprimidos se em seu dia-dia. Vivem confinados em espaços restritos”, diz Cristina. Outro motivo para a depressão é o isolamento do convívio com o dono. Segundo a veterinária, a primeira providência para tratar quadros depressivos de gatos, cachorros e papagaios, entre outros, é identificar a causa do problema e, se possível, tentar mudar a rotina do animal – se ele passa o dia sozinho em casa, por exemplo, arrumar alguém que lhe faça companhia. Em casos mais graves, a saída é recorrer a veterinários que podem receitar medicamentos antidepressivos ou partir para tratamentos alternativos, como REIKI, florais de Bach e homeopatia.

Por Cristina Moreira, Veterinária.